terça-feira, 28 de setembro de 2010

Livro de Honra

O serviço de informações do MAI visita o blogue,espero que o interesse seja as trutas ou um qualquer trilho do Gerês,de qualquer das formas sejam bem vindos!!!!
7.27 September22:08Unidade Tecnologias Informacao e Seguranca do MAI, Porto, Portugal

domingo, 26 de setembro de 2010

Rio do Ramiscal

Não compreendo a discussão e os argumentos apresentados por algumas pessoas em relação à fauna  do Rio do Ramiscal!

Conheço e acompanho à cerca de 25 anos todo o Rio Cabreiro,que  a partir da aldeia serrana de Avelar passa a ser designado nas cartas cartográficas de Rio do Ramiscal.A partir daqui para montante faz parte integrante da ZPT do PNPG.

Conheço essencialmente porque sou amante da pesca de trutas e tive a felicidade de ter acompanhado verdadeiros mestres na arte de pescar trutas e verdadeiros conhecedores de paraísos  como este.

Na década de 80,quando ainda não se falava de plano de ordenamento do PNPG,já este rio estava como zona de pesca reservada gerida pela DGF e regulamentado pela lei  das Bases IV n.º1, XXIX n.º1 e XXXIII da Lei n.º 2 097, de 6 de Junho de 1959, e dos
artigos, 5.º e 84.º do Decreto n.º 44 623, de 10 de Outubro de 1962,que posteriormente foi   alterado pela Portaria n.º 449/2003, de 9/4) pode consultar-se  aqui.
Ora desde 1962 que o valor  do património truteiro deste curso de água já era reconhecido pelo então governo,vendo nele uma(e bem) reserva,onde devido á intensiva procura de pescadores,era necessário salvaguardar os recursos truteiros deste rio.Já nessa altura os responsáveis pelo documento salientavam o valor socioeconómico e turístico deste  curso de água.Na minha opinião o antigo regime nesta matéria estava á frente uns largos anos no que diz respeito à conservação e zelo do nosso património florestal.Se não vejamos:
  • Tinham guardas florestais em permanência e em locais estratégicos.
  • Tinham os guardas rios
  • Tinham uma legislação adequada e fundamentada.
  • Estavam e conheciam o terreno,não ficavam no conforto dos gabinetes.
O que me deixa triste e perplexo é ler afirmações não fundamentadas  de pessoas que me parece não conhecerem o terreno quando entram em acesa discussão em relação à fauna do rio do Ramiscal,chagando-se a apostar almoços em como existem trutas na sua bacia a montante de Avelar,pois a partir dai é que é considerado o Ramiscal. PuraPura "demagogia",sigo todos os anos atentamente o evoluir desta espécie após o violento incêndio de 2006 e nunca mais avistei um único peixe.

Afinal o que aconteceu?
-Logo após o incêndio de Agosto de 2006 uma violenta trovoada acompanhada de fortes chuvas abateu-se sobre o escarpado vale e as cinzas ainda frescas e altamente nocivas escorreram em enxurrada para o frágil ecossistema do rio do Ramiscal,arrastando a traz de si todos os seres vivos do Rio,provocando uma mortandade total.

Visitei o Ramiscal logo após a chuvada e a desilusão foi total,praticamente todo o giestal e Carvalhal Negral tinha desaparecido,regressei revoltado e impotente ao que vi e que tinha verificado,alertei e relatei os factos por email para o ICNB,PNPG,SPNA,os quais me responderam passados dias a agradecer a minha preocupação e que estavam ao corrente tudo.
Mais uma vez duvido que algum técnico se tenha deslocado ao coração da mata,para fazer um levantamento exaustivo da situação no terreno.Alertei para o facto de uma espécie indígena e autóctone como as trutas do Ramiscal,milenares também elas,terem desaparecido na sua totalidade de um lugar que está inserido na mais alta protecção do ICNB.
Lisboa respondeu amavelmente a agradecer,mas não pediu qualquer detalhe ou opinião sobre quem percorre consecutivamente estes lugares,talvez a opinião de pessoas que vêem o problema de fora e não tem formação académica na área não interesse nada!

Qual o meu interesse em ir a um local tão ermo e de infidelíssimo assexo?
-Simples,primeiro a procura de paz de espírito,o silencio da Serra,a contemplação da natureza ainda em estado puro,sem intervenção Humana,a possibilidade de encontrar várias espécies de aves de rapina que ainda habitam por estas paragens,o ficar sentado em cima de um qualquer penhasco e contemplar as varias fragas que compõe o Rio do Ramiscal.

Porque me interesso tanto pelas trutas  num lugar onde está proibido de todas as formas a sua pesca?
-Este rio desde miúdo que me fascina,comecei por pescar no lote 1,onde o rio corre calmamente em direcção ao Vez,para ao longo dos anos subir e explorar o lote 2 e ano após ano foi adquirindo conhecimentos e ouvindo  historias   das gentes locais,muitas de pastores que encontrava eventualmente na Serra,à cerca deste misterioso rio,onde me diziam que "truitas",como lhes ainda hoje lhe chamam,haviam-nas no Ramiscal como abelhas enchameadas. Nessa altura não era ainda proibida a pesca dentro do parque e ainda não tinham sido criadas as ZPT e a partir do fim da concessão,que termina na ponte pedonal em Avelar, era livre.
O problema era encontrar o trilho para ultrapassar uma enorme garganta e aceder ao coração da Mata milenar.Existem apenas duas entradas para este paraíso.Levei 12 anos a descobrir-las mas só apenas uma conheço na totalidade.Os pastores a quem eu perguntava,sempre me iam informando mais ou menos das entradas,mas nunca de disponibilizaram em acompanhar-me.Não é fácil um forasteiro adquirir confiança destas gentes Serranas, e eles tentam sempre guardar a preservar o que eles consideram seu território.

Este lote 2 é de tão belo como perigoso,está cheio de gargantas e fragas muitas delas intransponíveis,não tem trilhos nem carreiros nas suas margens,apenas escarpas.Detém ainda pouquíssimas trutas,talvez subidas do rio  Vez nestes anos que sucederam ao incêndio.Não pesco este troço à 6 anos,mas tenho ouvido relatos de algumas capturas.É urgente fechar esta ZPR(zona de pesca reservada)durante os anos que forem necessários para que a natureza reponha o seu normal funcionamento.

De facto era verdade,as trutas para alem da referida  garganta eram como moscas.Pesquei lá durante alguns anos sempre sozinho e mantive absoluto sigilo ate que o PNPG fechou esta área tal como o alto Homem e seus afluentes oriundos de nascentes em zonas de ZPT.

Concordo que se faça um repovoamento com trutas autóctones tiradas a jusante da ponte da EN de Cabreiros?
-É claro que sim,até porque se preservaria o património genético da espécie,que como todos os pescadores desta espécie sabe varia de rio para rio e tem fortes tendências a cruzar-se,tal como a própria adaptação ás águas.Nunca com indivíduos oriundos de outras zonas,como viveiros.Ficaria assim preservada a espécie sob a protecção do ICNB e PNPG,como reserva e património do Parque tal como acontece no Rio Vez a montante de Santo António Vale das Poldras até à nascente. Aliás,onde eu recentemente pode verificar em pleno mês de Agosto várias trutas em pequenos charcos,ou mesmo o Alto Homem a montante  da Barragem de Vilarinho da Furna até à nascente,onde eu também pesquei largos anos na década de 80.

Lote 2  visto do alto da Serra com as suas gargantas e fragas em pleno Verão.....reparem o tão difícil é chegar ao leito do rio,não há trilhos.....

 
Uma das muitas gargantas que compõem o Ramiscal......



O vale do rio em pleno coração do Ramiscal....

 
Coração da mata......muito poucos conseguem lá chegar....é o paraíso,a paz e a harmonia deste lugar não se consegue transcrever....
Lordelo ao fundo......
Do alto de um penhasco........
O Rio do Ramiscal já muito próximo da nascente.....de frisar que este Carvalho em primeiro plano esteve envolvido no incêndio e são notórias as marcas,mas são espécies extremamente resistentes e recuperam facilmente....mas o Rio esse está literalmente morto......


João Dias....fotografias de João Dias©

domingo, 5 de setembro de 2010

Catálogos de pesca à pluma

O catálogo pode ser visto no link abaixo
http://www.pescamosca.com/catalogo2010.pdf

Já fiz várias compras desta casa e são eficientes e cumpridores.



Existe um grande défice em Portugal de casas especializadas em artigos de pesca à mosca.No Alto Minho conheço apenas uma dentro das Muralhas de Valença Do Minho.Esta casa comercializa essencialmente material da Orvis http://www.orvis.com  mas possui também muitas outras marcas.Vende algumas moscas de boa qualidade,os preços são aceitáveis,pena  é que não tenham uma parte técnica para aconselhar os pescadores menos experientes a comprarem os materiais mais adequados.


Uma das casas de referencia na pesca à pluma em Portugal é sem duvida a http://www.alvaflyfishing.com com um gama de produtos muito completa e preços também muito bons,podendo as encomendas serem feitas on-line  através do seu completo catálogo.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Trutas Mariscas do Neiva

Em anos anteriores o Neiva sempre me brindou com algumas trutas mariscas,não muito grandes mas sempre de bons calibres,na casa dos 25 ,30cm.

Este ano as expactivas eram maiores,uma vez que o caudal do rio durante os meses de inverno sempre foi elevado,havendo possibilidades de entrarem mais trutas.Não me parece que isso tenha acontecido,durante toda a época apenas capturei 3 ou 4 exemplares.

Percorri por várias vezes o baixo Neiva e comparativamente aos anos anteriores parece-me que as trutas estão em franco declínio.É certo que capturei alguns exemplares acima de quilo nas nada comparado a anos anteriores.

Numa  primeira analise e sem provas cientificas,pelo menos conhecidas,prece-me que os vários pólos industriais próximos das suas margens e consequentes descargas nocivas para o ecossistema do Rio   sejam um dos maiores problemas da não reprodução desta espécie tão sensível à poluição,provavelmente tendo também influencia negativa na recusa da entrada de trutas mariscas na foz.Tenho acompanhado à vários anos os relatos dos pescadores artesanais,profissionais de Castelo Do Neiva e tenho visto e ouvido todos os anos relatos de trutas capturadas nas redes(legais) com mais de 3 Quilos mesmo à entrada do Rio-porque não sobem???algo de anormal se passa nas águas do Neiva!
 

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Travessia de Serra da Peneda III

Terceira e ultima serie de fotografias da travessia da Serra da Peneda.....
capelinha a uma altitude de 1300 metros.......
Santo António e São Bráz....
 ao fundo o marco geodésico do topo da Serra da Peneda.....
a vista no topo da Serra era fantástica,avistava-se desde Montalegre,passando pelos Carris,até Espanha....
fojo do Lobo,ainda em óptimo estado de conservação,será um dos próximos objectivos.......
nascente do Rio Vez......

branda de Bosgalinhas.....

sábado, 28 de agosto de 2010

Travessia de Serra da Peneda II

Uma segunda serie de fotografias da travessia da Serra das Peneda....
uma casa de abrigo já quase no topo da Serra....

estas casas servem de abrigo aos pastores,são de uma só divisão e estão dotadas de lareira,mesa central com toalha de plástico (muito limpa)bancos de madeira,guarda loiça com 3,4 pratos,2 ou três panelas,sal...2 colchões e alguns agasalhos....
já conheço estas casas à muitos anos e o que faz admirar é elas estarem ainda intactas,devido ao vandalismos que se tem vindo a verificar por essas serras fora,esperemos que continuem assim por muitos anos....
um pormenor minto interessante este testo de granito.......
  curiosa a inscrição da única porta de acesso "O POVO DEVILAR ACREDESSE"
  estas casas estão abertas,para quem quiser pernoitar ou descansar,não possuindo fechadura.....

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Travessia de Serra da Peneda I

Já a algum tempo que tinha em mente fazer esta travessia de cerca de 20 quilómetros.

O objectivo era simples,contemplar o Ramiscal do alto da serra,passar pelas várias brandas,fotografar as nascentes dos Rios Vez e Cabreiro,ver também o impacto que o recente incêndio de Travanca causou na Serra do Soajo.

Contei com a companhia de um grande amigo,e grande conhecedor de todo o PNPG,o Rui Barbosa do Blogue Carris

Começamos  a 700 metros de altitude,muito perto de Lordelo,debaixo de um intenso nevoeiro e com temperatura amena.
Seguimos o estradão florestal em direcção ao topo da Serra.Os primeiros 9  quilómetros são sempre a subir,passando por paisagens únicas e vistas fabulosas como todo o vale do Cabreiro,parte do vale do Vez,parte do vale de Mouro e parte do vale do Minho.

Atingimos o topo da Serra a 1.300 metros ,com 3,5 horas de caminhada e cerca de 9 quilómetros,muito próximo do marco geodésico de serra da Peneda.Aí podemos ver uma pequena construção,toda em pequenas pedras dispostas com a mestria que só as gentes serranas sabem fazer em devoção a São Brás e Santo António de Monte (padroeiro do gado).

Descemos então para o vale glaciar das nascentes do Vez e Cabreiro.O nevoeiro à muito tinha ficado para traz  por isso tivemos a felicidade de ver um conjunto de marcações no topo dos picos serranos que, supomos nós,serviam para orientação do fojo do lobo,que parece estar em óptimo estado e conservação(será um dos objectivos na próxima visita).As nascentes estavam perto e decidimos fazer uma ligeira refeição regada pelas águas da nascente do Vez.

Era tempo de descer para as brandas em direcção à ultima,São Bento do Cando.  
Mas a caminhada não se ficou pelo previsto,decidindo nós prolongar-la até Roussas.
No total percorremos cerca de 21 quilómetros.

Atenção, este trilho não está sinalizado,é  relativamente fácil de andar ,mas levar sempre em atenção os cerca de 17 quilómetros que leva a percorrer até São Bento do Cando,no mínimo 6 a 7 horas de caminhada.
Uma atenção especial aos bancos de nevoeiro que se formam repentinamente! 

RAMISCAL


no início da caminhada o nevoeiro era denso.....

 o nevoeiro situava-se abaixo dos 900 metros,pelo que acima   dessa cota dava a sensação que estávamos no céu....

mais imagens brevemente.....


terça-feira, 24 de agosto de 2010

Romaria da Senhora D`agonia

A Romaria da Senhora da Agonia é sem duvida o expoente máximo da cultura etnofolclorica do Alto Minho,onde se preserva toda a essência de um povo que soube ao longo dos séculos manter intacto o legado que os seus antepassados deixaram,passando e permanecendo fiel de gerações em gerações.É sem duvida a Rainha das Romarias,onde os Vianenses mostram ao mundo toda a riqueza dos seus trajes,cultura e bem receber....

Como tocador de concertina não podia deixar de participar no cortejo,tal como tenho vindo a fazer todos os anos.


   vídeo copiado

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Torneio Intrenacional de Pesca à Pluma


Uma iniciativa de grande valor para os aficionados deste tipo de pesca,organizada pelos Mosqueiros do Alva
Certamente que o que está aqui em causa não é perder ou ganhar,mas sim uma oportunidade para os amantes desta modalidade poderem interagir e praticar o seu desporto favorito em época já fechada.

Poderá consultar-se todo o regulamento aqui.

Uma palavra de apreço para a organização do evento.Não é fácil organizar uma prova com esta envergadura,pois a pesca desportiva à Pluma em Portugal ainda está muito aquém do que se faz por esse Mundo fora.Cá em Portugal, chega-se ao ponto de sermos chamados de "Elite,donos dos rios,fundamentalistas,hipócritas"e mais alguns nomes que não vale a pena aqui mencionar.O que os pescadores desportivos de trutas precisam é de união e não de politicas de discórdia,só juntos,e respeitando as opções racionais de cada um de nós,se consegue chegar ao equilíbrio,quer se pesque com morte ou não. 

A pesca à pluma é hoje um dos desportos mais interessantes e difíceis de praticar,pois engloba uma conjuntura de vários factores,a começar logo pelo sentido apurado de observação,passando de seguida ás montagens,passando pelo material,todo ele bastante caro e difiçil de adquirir,para depois por em prática uma serie de técnicas onde as trutas selectivas são mais  astutas que qualquer pescador experiente,por tudo isto a pesca à pluma fascina um grande numero de aficionados e é uma das grandes fontes de receita e turismo em países do sul da América.
©

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Será o Ramiscal poupado?

As recentes notícias dão conta de que uma das frentes o incêndio do Mezio  se aproxima rapidamente do Ramiscal!

fonte; TSF, 18.30h dia 16-08-2010,"...teme-se que o incêndio de Travanca, Soajo, venha a atingir nas próximas horas o Ramiscal, jóia do Parque Nacional, e um dos últimos redutos de várias espécies protegidas." Segundo o Vereador da Protecção Civil dos Arcos de Valdevez"...uma frente enorme aproxima-se do Ramiscal."

Rogo a todos os Santos que tal não venha a acontecer,pois irá-se perder o que resta de um lugar Idílico e virgem,onde ainda se pode ver o que resta da floresta Mediterrânea à milhares de anos.

 Quero crer que tudo será feito para preservar intacta esta Jóia,já de si bastante danificada com a vergonha do incêndio de 2006,onde se perdeu grande parte do património ecológico desta Zona De Protecção Total do PNPG......parece-me que desta vez existe mais sensibilidade,quando muito devido à pressão mediática, com várias vozes a fazer-se ouvir,umas com responsabilidades politicas,outras civis,simplesmente porque amam a natureza..... 

sábado, 14 de agosto de 2010

Mata do Ramiscal

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis." (Fernando Pessoa)

Uma maneira simples e cheia de sentido para agradecer ao Rui do Blogue   carris pela companhia de mais uma das minhas subidas ao coração desta mata tão misteriosa,o Ramiscal.
Muito se tem escrito e dito,principalmente nestes últimos dias de violentos incêndios no Parque ,sobre esta "Joia"praticamente virgem,mas,na realidade,muitos poucos conhecem o terreno de que escrevem e falam.

Bem certo que a vegetação rasteira,como o giestal recuperou,mas o Carvalho Alvarinho e Negral(e estamos a falar de exemplares com várias centenas de anos)esses nunca mais serão visto pelas próximas gerações.
A fauna aquática, não recuperou,o Rio do Ramiscal,outrora carregado de trutas autóctones e geneticamente nativas,esta literalmente morto.Em todo o dificílimo percurso que fizemos não avistamos um único exemplar. O lugar que visitamos era também refugio de várias espécies de aves de rapina de grande porte,essas também não as avistamos,e as cobras muitos abundantes nestas gargantas escarpadas????nem uma!!!morreriam com o violento incêndio de 2006???


Enfim,regressei com a mesma tristeza dos últimos 4 anos,em que tenho vindo a seguir a evolução da fauna e flora deste lugar que tanto amo!   

Em breve voltarei ao assunto.... 



Devido à intensidade de trabalho não tem sido possível actualizar o blogue,dias mais calmos virão com certeza!