sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Minas dos Carris em Livro

Deduzo que a maior parte daqueles que por cá passam sejam pessoas que gostam da Natureza e que se interessam por histórias (verídicas) e  daquilo que muitas vezes o ser humano tentou moldar na sua essência em busca  de algo que se torna quase sempre efémero.

É o caso deste excelente e recente  trabalho  do Rui Barbosa que aqui nos vem apresentar  uma verdadeira realidade sobre aquilo que foi a era do ouro negro(volfrâmio)  nas décadas de 40 a 80 do século passado,bem no coração da Serra do Gerês,resultado de intensos anos de pesquisa e um basto espolio de registos fotográficos.
O livro pode ser adquirido directamente ao autor através do deste contacto ou deste

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Não ponho titulo....leiam com atenção

Um artigo de opinião,da autoria do meu querido amigo e Prof de Economia Dr Mário Ferreira,vem dar conta do actual estado de anarquia e luxo em que o ICNF esta mergulhado....leiam com atenção e comentem da vossa opinião....começa a ser tempo de revolta e organizar protestos e manifs
Novas instalações da sede do ICNF!!!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Encontro de pesca à Pluma Rio Zêzere

A poucas semanas do início da época da pesca desportiva das trutas,começam a  surgir os primeiros encontros de pesca nomeadamente este

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Diário da viagem de pesca à Irlanda 2013 V

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              
Depois da experiência de ter pescado dois dos mais mediáticos lagos da zona de Galway e Maio era tempo de regressar a lugares e rios já conhecidos doutras aventuras como por exemplo o Suir ou o Anner.

O Jimmy Mayer é já um velho e famoso pescador Irlandês conhecido nosso  e está sempre disposto,e faz questão de tratar os "Portugueses" com ele nos chama, com muita simpatia e carinho.

Já noutras alturas nos tinha dado informações preciosas para uma estadia tranquila relativamente ao alojamento.

Desta vez alojou-nos na velha cidade de Cashel,também ela já nossa conhecida e que por outro lado é uma  das cidades mais turísticas da Irlanda e onde se pode visitar por exemplo o Rock and Castleou mesmo a famosa Abadia de Holicroos


Num país e cidade de castelos teríamos obviamente que ficar num castelo e então ficamos num transformado em Hotel.
Photos of Kearney's Castle Hotel, Cashel
This photo of Kearney's Castle Hotel is courtesy of TripAdvisor


Mais uma vez a sorte esteve do nosso lado em ter encontrado este local pois os gerentes do hotel(pai e filho)são duma simpatia e disponibilidade inexcedível, sempre preocupados em que nada nos faltasse.
Não foi por acaso a o nosso amigo nos hospedou nesta cidade(que alias já conhecíamos) foi porque esta cidade fica em zona central para pescar uma série de Rios, logo a começar pelo grande Suir e em redor podemos encontrar o Nier,o Tar,o Duag,o Anner e mais alem o Blakwarter.

De Oughterard a Thurles não serão mais de 200km  e fazem-se pela M18 até Limerick para depois aí apanharmos a N24 até chegarmos a Tipperary.O problema é que o transito e as estradas não são como as nossas, são bem mais estreitas e temos que considerar que estamos habituados a conduzir pela direita e na Irlanda conduz-se pela esquerda e as regras de transito tem alterações significativas em relação ao nosso código de estrada pelo que foi preciso uma manhã inteira para fazer o trajeto.

Durante a viagem e já muito próximo de Cashel encontramos um pequeno rio,que não teria mais de 3/4 metros de largura e pouco profundo. Não havia placas a restringir nada pelo  valeria a pena em experimentar.

Chovia miudinho, o rio serpenteava por entre campos cheios de ovelhas e vacas e penso que não estaríamos muito longe da nascente.


O aspeto não era muito animador porque o rio apresentava uma  água escura e barrenta e logo ao entrar nos primeiros passos ficamos enterrados em lama quase até à cinta,com um cheiro intenso a excrementos de gado,mas isso já nós estávamos habituados pela maior parte dos rios da Irlanda.

Não demorou 5 minutos para começar aquilo que seria uma tarde memorável.
Recordo bem que o Soares tinha ficado no mesmo sitio onde tinha entrado no rio mais duma hora sempre com trutas a entrar.
Eram trutas entre os 20 e 35 cm.

Eu segui para montante. Tinha montado uma efémera escura que deu muitas e boas trutas.

Assim passamos cerca de 2/3 horas de pura diversão,até que surge um pescador local com um enorme barulho nas margens do rio, mesmo com intenção de prejudicar quem estava a pescar,seguindo junto à margem para montante com grandes atropelos e a falar sozinho.

Estava ditada a nossa sorte naquele final de tarde; desmontar o material e ir ter com o Jimmy para beber umas 

GuinnessJá no bar do Hotel viemos a saber  que afinal o dito pescador era já velho conhecido deste tipo de atitudes e que habitaria algures nas 
margens do dito rio,do qual  ainda hoje não sei o nome.